Bom gostaria de poder explicar ou me expressar melhor, pois bem dizem que a gente tem preferência por um filho ou filha e eu digo que é afinidade, peguei o conceito no dicionário conforme segue:
Conceito segundo Michaells - on line para afinidade e preferência: (http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=prefer%EAncia&CP=136275&typeToSearchRadio=exactly&pagRadio=50)
a.fi.ni.da.de
sm (lat affinitate) 1 Qualidade de afim. 2 Parentesco que um cônjuge contrai com a família do outro cônjuge. 3 Conformidade, conexão, relação, semelhança.
pre.fe.rên.cia
sf (lat praeferentia) 1 Ação ou efeito de preferir uma pessoa ou coisa a outra; predileção. 2 Manifestação de agrado, atenção ou distinção relativamente a alguém.
Tento explicar para pessoas que não tenho preferência por um dos meus filhos, mas que sim tenho afinidade, Alice é minha companheira para ir no shopping, ver revistas (já que ela ainda não sabe ler), escolher coisas para casa, brincar de bonecas e fazer algumas tarefas de casa, já o Matheus tem afinidades com o pai, como ver motos, carros, jogar bola entre outras coisa. Claro que jogo bola, brinco de carrinho e tudo mais, mas a brincadeira rola muito melhor entre pai e filho, assim como quando Alice brinca de polly com o pai, as bonecas quase não falam e não trocam muito de roupa.
Mas isso não quer dizer que tenho preferência pela Alice e amo menos o Matheus, se fosse ver por outro angulo então poderia se dizer que é o contrário já que o Matheus eu posso abraçar, beijar, afofar que ele adora, e pede cada vez mais ficamos vários minutos na cama um olhando para o outro em um momento mágico e único todos os dias, mas se eu for fazer isso com a Alice não rola, no máximo um beijo, ela não é chegada a ficar grudada. E assim continuo dizendo que NÃO tenho preferência por um ou outro e sim mais afinidades em determinados momentos.
Uma luz por favor, para assim poder explicar ou tentar....que sabe pegam menos no meu pé.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Pirando de Vez
Sei la não sou muita em ter crendices e acreditar em certas coisa, mas vou explicar melhor dia 02 e 3 julho fomos a gramado encontrar parentes queridos, bom no final de semana ou melhor no domingo esta eu e minha gata Alice canta 7,7 são 14 com + 7 21 30 dias tem setembro....como ela cantou errado eu tentei ensinar a ela e quando ela me sai com a bomba 30 dias 'e quanto a gente vai morrer ou seja fazendo as contas 3 agosto, e ai entrei em paranoia ou seja se vc estiver lendo isso ou eu pirei de vez ou já era.
Bom para garantir na família surgiu uns papos de preferência X afinidade sei lá acho que não sabem a diferenciar entre uma palavra e a outra mas bem fala que eu prefiro minha filha ao invés do meu filho.
Ai tento explicar que não e sim o que acontece e a afinidade eu brinco de boneca com a Alice muito bem já meu marido não acerta muito assim como acontece quando vou jogar bola com o Matheus a afinidade entre ele e o pai 'e enorme.
Bom caso aconteça alguma coisa quero que meus filhos amados saibam que eu os amo e sempre amei muito sem ter preferências por um e por outro. Eles sempre vão ser meu rei e minha rainha.
Matheus eu te esperei eu contei os dias para poder gerar você e nada ninguém pode dizer que foi um acidente, ate pode, pensar mas não foi, eu o amei desde o primeiro dia de atraso pois já sabia que você estava a caminho EU TE AMO MUITO, como 'e bom ser a tua mãe obrigado por ter me escolhido, me gatinho, meu céu meu mundo.
Alice TE AMO MUITO, minha rainha que entrou em nossas vidas para mostrar que tudo vale a pena.
AMO VOCÊS E NUNCA VOU PARAR DE MAR, EM TODAS AS COISAS EM TODAS AS ESTRELAS.
Ate pensei em ficar se dormir para assim poder ficar olhando meus anjos dormirem.
Gostaria de saber o coNceito de AFINIDADE e PREFERÊNCIA,por favor uma luz.. Beijos Paula
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Aniver da Minha Rainha
Parabéns meu amor, FELIZ ANIVER, gatinha da mamãe.
Tantas coisas para escrever destes 5 anos de alegria, amor, aflição e muitos sustos, nossa e como, noites acordas, dias em pé com vc no colo..
Falamos hj de preferencia, não existe esse negócio de preferencia eu não entre meus filhos mas as pessoas que tem 1 filho só não sabem que Amor de mãe não se dividi e sim multiplica, até pensei se ia conseguir amar o Matheus tanto quanto amo a Alice, mas consegui sim, amo e muito meus amados filhos.Mas diria que existe sim afinidade tipo Alice nós duas adoramos brincar de bonecas e ir ao Shopping, já o Matheus adora ver filmes e revistas de carros, claro 1que brinco e olho inumeras vezes, mas ele se entende nessa parte muito melhor com o Pai, ele fica confiante não falar muitos, mas os dois se comunicam e muito até parece que falam a mesma lingua quando o assunto é CARRO, já qd Alice começa a falar de bonecas, barbie, batom, rosa roxo o pai fica meio perdido.Então repito preferencia não tem mas sim afinidade.
O Matheus adora que eu aperte e faça cosegas e de muitos beijos nele e pede cada vez mais, já a Alice não gosta de muito de beijos, respeito e faço cosegas e dou abraços, mas não é por isso que gosto mais do Matheus e menos da Alice.
Hum vou acabar a janta manhã acabo esse texto..
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Falta Tempo
Nossa como queria ter muito tempo, tempo para fazer tudo e mais um pouco, as vezes me culpo não consigo acabar tudo, sempre deixo alguma coisa para acabar amanhã, ser super, mãe, mulher, amiga ser 100% eu Paula, minha filha vai fazer 5 anos dia 24, e penso em tudo que não curti do seu crescimento, e isso que faço o possível para participar e mesmo assim perdi tanta coisa.
Esse blog não consigo manter ele em dia tem tanta coisa para escrever, sugestões idéias e muito mais, mas quem sabe vou conseguir.
Beijos Paula
Esse blog não consigo manter ele em dia tem tanta coisa para escrever, sugestões idéias e muito mais, mas quem sabe vou conseguir.
Beijos Paula
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
MANIFESTO pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil
Entrem no site e participe.
http://publicidadeinfantilnao.org.br/
Bom quem sabe assim a Alice vai parar de pedir McLanche, só para ganhar um brinquedinho.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Dia Mundial Pela Prevenção da Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes.
DIA 19 NOVEMBRO DIA MUNDIAL CONTRA VIOLÊNCIA A CRIANÇAS E ADOLECENTES.DIGA NÃO A PALMADA, vamos fazer com que nossas crianças tenham um futuro melhor.
UNESCO: BATER EM CRIANÇA É COVARDIA!
"Nenhuma criança ou adolescente
será objeto de qualquer forma de violência, crueldade e opressão. Será punido qualquer atentado, por ação ou omissão, a este direito fundamental."
Artigo 5 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
Unesco está lançando no País o livro "O caminho para uma disciplina infantil construtiva: eliminando castigos corporais" (Editora Cortez, 208 págs.,R$ 29).
A publicação oferece uma abordagem ampla que inclui os principais passos a serem considerados no processo de eliminar a punição corporal e fornece instrumentos necessários para alcançar esse objetivo. Mostra claramente o imperativo dos direitos humanos e descreve vários aspectos das conseqüências e implicações negativas causadas pelo castigo físico.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, o assessor especial da Unesco no Brasil, professor Célio da Cunha, destacou: "Crianças punidas fisicamente têm menos probabilidade de internalizar valores do que aquelas que não sofrem. São inúmeras as conseqüências. Inclusive, cognitivas. Dos fatores que impedem a aprendizagem, 80% são de fundo emocional".
A disciplina infantil baseada na violência vem diminuindo no Brasil. As crianças não são mais submetidas a castigos físicos na escola, mas no ambiente doméstico essa prática ainda é uma realidade. De acordo com o Sistema de Informação para a Infância e a Adolescência (Sipia), os conselhos tutelares registraram, no ano passado, 95.726 casos de atentados contra a vida e a saúde de meninos e meninas. Os principais agentes violadores são os pais e responsáveis.
No lugar da violência, o livro propõe técnicas mais construtivas e eficazes de disciplina infantil e apoio permanente para uma mudança de longo prazo.
Discussão sobre castigos físicos impostos às crianças envolve 40 países e chega ao Brasil
O Brasil passa a integrar a rede em prol da Iniciativa Global para Acabar com Todo e Qualquer Castigo Físico e Humilhante Infantil . Esta Iniciativa, que tem apoio da Save the Children Suécia, UNICEF, UNESCO e de cerca de 90 ONGs em todo o mundo, objetiva assegurar que as recomendações do Comitê dos Direitos da Criança* e de outros organismos vinculados aos direitos humanos sejam incorporadas pelos governos e que estes adotem medidas para implementar reformas legais e programas de educação pública. Atualmente, 15 países protegem por lei suas crianças do castigo corporal e em mais de 25 o tema vem ganhando espaço na agenda política.
Punições corporais e psicológicas contra crianças e adolescentes, como palmadas, chineladas e ameaças, são práticas habituais em quase todas as sociedades. Encarados como ferramentas essenciais para a disciplina, estes castigos, que variam em intensidade, estão presentes em casa, nas escolas, nas instituições de assistência social de apoio à infância e adolescência. Embora para o senso comum, a “Pedagogia da Palmada” seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior, que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos, e que imposta à infância poderá ter reflexos negativos ao longo da vida da criança. Ademais, os castigos físicos e psicológicos constituem uma violação aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade física das crianças.
Segundo o site do Laboratório de Estudos da Criança (LACRI/USP), no Brasil, a mobilização pela causa teve início em 1994, com a campanha “A Palmada Deseduca”, conduzida pelo , que desde os anos 80 estuda a punição corporal doméstica de crianças e adolescentes no País.
Surras diminuem o Q.I. de crianças diminuem o Q.I. de crianças, afirma estudo Publicidade da New Scientist
Uma boa surra pode deixar uma marca na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo demonstra um novo estudo.
O Q.I. (quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam palmadas regulares de seus pais caiu mais de cinco pontos no decorrer de quatro anos, comparado com o de crianças que não levaram palmadas.
SXC
Quoeficiente de Inteligência apresenta queda de 5.5 pontos com palmadas, mas estímulo intelectual é mais importante, diz estudo
"O lado prático disso é que os pediatras e psicólogos precisam começar a fazer o que nenhum deles faz agora, e dizer, 'não batam, sob qualquer circunstância'", diz Murray Straus, sociólogo da Universidade de New Hampshire, em Durham, que capitaneou o estudo juntamente a Mallie Paschall, do Centro de Pesquisa e Prevenção em Berkeley, na Califórnia.
Sem desculpas
Uma boa surra pode deixar uma marca na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo demonstra um novo estudo.
O Q.I. (quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam palmadas regulares de seus pais caiu mais de cinco pontos no decorrer de quatro anos, comparado com o de crianças que não levaram palmadas.
SXC
Quoeficiente de Inteligência apresenta queda de 5.5 pontos com palmadas, mas estímulo intelectual é mais importante, diz estudo
"O lado prático disso é que os pediatras e psicólogos precisam começar a fazer o que nenhum deles faz agora, e dizer, 'não batam, sob qualquer circunstância'", diz Murray Straus, sociólogo da Universidade de New Hampshire, em Durham, que capitaneou o estudo juntamente a Mallie Paschall, do Centro de Pesquisa e Prevenção em Berkeley, na Califórnia.
Sem desculpas
não são as primeiras evidências de que bater em crianças traz um custo: muitos estudos prévios já sugeriam a associação, e um estudo recente a partir de tomografias do cérebro descobriu que crianças severamente castigadas com surra tiveram baixo desempenho cerebral na faixa "verde" --que inclui neurônios-- comparadas com outras crianças. Estresse, ansiedade e medo talvez expliquem por que surras tornam lento o desenvolvimento cognitivo.
No entanto, os novos pesquisadores fazem uma ligação mais forte no relacionamento de causa e efeito entre surras e inteligência do que outros estudos, afirma Elizabeth Gershoff, pesquisadora de desenvolvimento infantil da Universidade do Texas, que não está envolvida no novo trabalho. Isso porque ele examina crianças no decorrer de quatro anos, além de calcular muitas variáveis passíveis de confusão, como a etnia dos pais, educação e se eles faziam leituras para as crianças ou não.
Straus e Paschall analisaram dados coletados nos anos 1980 como parte de uma pesquisa nacional de saúde infantil. Em 1986, um estudo anterior mensurou o Q.I. de 1.510 crianças com idade entre 2 e 9 anos, e também observou a frequência suas mães as submetiam a punições corporais. Os pesquisadores repetiram os testes quatro anos depois.
Os pesquisadores separaram as crianças em dois grupos de idade --2 a 4 anos e 5 a 9-- porque alguns psicólogos infantis afirmam que surras ocasionais são aceitáveis em crianças mais novas, mas não em crianças mais velhas.
Abaixo às palmadas
ojeções revelaram que 93% das mães que bateram em crianças de 2 a 4 anos ao menos uma vez por semana, e que 58% recorreram à disciplina física com crianças mais velhas. Quase metade das mães das crianças mais novas bateram em seus filhos três ou mais vezes por semana, apontaram Straus e Paschall.
Quatro anos depois, as crianças mais novas que jamais apanharam de suas mães tiveram um ganho de 5.5 pontos de Q.I., se comparadas com crianças que sofreram punições corporais, enquanto os mais velhos que não apanharam ganharam 2 pontos de Q.I. em relação aos que apanharam.
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Estes resultados põem em dúvida a prática de surra apenas nas crianças mais novas, diz Straus. "Uma das ironias mais cruéis é que as crianças novas são mais propensas a risco porque seus cérebros têm partes de desenvolvimento ainda em formação".
Apesar da conclusão dos cientistas, a palmada não é uma garantia de mediocridade intelectual.
Nas crianças mais novas, o atributo que fez mais diferença para a pontuação do Q.I. era se as mães estimulavam ou não a capacidade cognitiva. Isto era mais importante do que qualquer outra coisa, incluindo o castigo corporal.
"Digamos que você tem uma criança que tem pais educados, que apoiam e dão estimulação cognitiva, mas que batem: estas crianças vão ficar bem de qualquer modo, talvez não tão bem se não apanhassem", afirma Strauss.
Entretanto, ele tem pouca paciência com o argumento de que a surra complementa aquilo que a disciplina não cobre. "A pesquisa simplesmente não mostra isso", diz ele. "Bater não funciona melhor com crianças pequenas".
"Eu bati nos meus filhos quando eles eram pequenos: desejo que não isso não aconteça, agora que sei a respeito".
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u629126.shtml
No entanto, os novos pesquisadores fazem uma ligação mais forte no relacionamento de causa e efeito entre surras e inteligência do que outros estudos, afirma Elizabeth Gershoff, pesquisadora de desenvolvimento infantil da Universidade do Texas, que não está envolvida no novo trabalho. Isso porque ele examina crianças no decorrer de quatro anos, além de calcular muitas variáveis passíveis de confusão, como a etnia dos pais, educação e se eles faziam leituras para as crianças ou não.
Straus e Paschall analisaram dados coletados nos anos 1980 como parte de uma pesquisa nacional de saúde infantil. Em 1986, um estudo anterior mensurou o Q.I. de 1.510 crianças com idade entre 2 e 9 anos, e também observou a frequência suas mães as submetiam a punições corporais. Os pesquisadores repetiram os testes quatro anos depois.
Os pesquisadores separaram as crianças em dois grupos de idade --2 a 4 anos e 5 a 9-- porque alguns psicólogos infantis afirmam que surras ocasionais são aceitáveis em crianças mais novas, mas não em crianças mais velhas.
Abaixo às palmadas
ojeções revelaram que 93% das mães que bateram em crianças de 2 a 4 anos ao menos uma vez por semana, e que 58% recorreram à disciplina física com crianças mais velhas. Quase metade das mães das crianças mais novas bateram em seus filhos três ou mais vezes por semana, apontaram Straus e Paschall.
Quatro anos depois, as crianças mais novas que jamais apanharam de suas mães tiveram um ganho de 5.5 pontos de Q.I., se comparadas com crianças que sofreram punições corporais, enquanto os mais velhos que não apanharam ganharam 2 pontos de Q.I. em relação aos que apanharam.
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Estes resultados põem em dúvida a prática de surra apenas nas crianças mais novas, diz Straus. "Uma das ironias mais cruéis é que as crianças novas são mais propensas a risco porque seus cérebros têm partes de desenvolvimento ainda em formação".
Apesar da conclusão dos cientistas, a palmada não é uma garantia de mediocridade intelectual.
Nas crianças mais novas, o atributo que fez mais diferença para a pontuação do Q.I. era se as mães estimulavam ou não a capacidade cognitiva. Isto era mais importante do que qualquer outra coisa, incluindo o castigo corporal.
"Digamos que você tem uma criança que tem pais educados, que apoiam e dão estimulação cognitiva, mas que batem: estas crianças vão ficar bem de qualquer modo, talvez não tão bem se não apanhassem", afirma Strauss.
Entretanto, ele tem pouca paciência com o argumento de que a surra complementa aquilo que a disciplina não cobre. "A pesquisa simplesmente não mostra isso", diz ele. "Bater não funciona melhor com crianças pequenas".
"Eu bati nos meus filhos quando eles eram pequenos: desejo que não isso não aconteça, agora que sei a respeito".
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u629126.shtml
Surras diminuem o Q.I. de crianças foi uma indicação de texto no perfil da moderação feita pela Thaty (EUA).
Meus Amores, Alice e Matheus
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